Leveraging alternative credit scoring in the insurance industry

Como aproveitar o scoring alternativo na indústria de seguros

Cómo aprovechar el scoring alternativo en la industria de seguros

3/2/2022

Learn how alternative data can accurately help determine a consumer’s risk of insurance loss or the likelihood of a claim being made against an insurance policy.

Saiba como os dados alternativos podem ajudar a determinar o risco de perda do seguro de um consumidor ou a probabilidade de ele possa fazer uma reclamação.

Aprenda cómo los datos alternativos pueden ayudar a determinar el riesgo de pérdida del seguro de un consumidor o la probabilidad de que se presente un reclamo.

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Insurance companies use credit information to determine whether a consumer is eligible to be covered by an insurance policy. Why would an insurer care about credit history? Because through credit information, it is possible to assess a consumer’s risk of insurance loss or the likelihood of a claim being made against an insurance policy.


Within the insurance industry, the term is referred to as a “credit-based insurance score”, and like any traditional credit scores, it is founded on credit report data such as payment history, amounts owed, length of credit history, credit mix and new credit.  These credit categories influence the insurance credit score, and thus, the higher the score, the lower the predicted risk.


With the rise of alternative data and the ever-growing need to offer insurance policies to credit invisibles, many insurance providers are now looking into different methodologies for evaluating risk.  Alternative data sources can help insurers better understand their clients and make better decisions concerning pricing, coverage terms, conditions, and, most importantly, their risk levels.  


As well, the digital transformation within the insurance sector is enabling insurers to meet customer demands with greater efficiency. Thanks to artificial intelligence, machine learning, and predictive analytics, customers are having a better overall experience: services respond effectively, claims are processed instantly, and policy writing is done faster.  Best of all, customers can now access policies online without the need to visit physical branches anymore.


Insurers are adopting these new technologies and alternative data sources to create a model of transparency between the client and companies and improve the number of policy subscriptions due to a more accurate risk evaluation.


Inclusive insurance: Helping the underserved


Broad access to an insurance policy is a key factor when evaluating a society’s chances of achieving social mobility.  For a family with low income and no insurance, an adverse event can negatively affect the economic development of the entire household, and any chances of progress might be lost.


As expected, the gap between access to insurance in emerging and high-income markets is wide.  In 2018, 3.8 billion customers in emerging markets were not served by traditional insurance providers.  These credit invisibles make up a big potential profit for insurance companies.  A study in 2015 by AXA identified the untapped global market for insurance among women, an important segment within the underserved, as being up to $1.7 trillion by 2030—of which a remarkable $874 billion in annual premium value would come from women in emerging markets.


Customers recognise the value of protecting against risk and are willing to purchase these products, but many insurance companies still rely just on traditional credit scoring.  For example, FICO estimates that in America, approximately 95% of auto insurers and 85% of homeowners' insurers use credit-based insurance scores in states where it is a legally allowed underwriting or risk classification factor.  This means that for all those consumers who do not have a strong credit history, there is little alternative to getting an insurance policy.  If an applicant has no credit history, or if the history contains insufficient information to assess creditworthiness, insurance companies are much less likely to extend credit facilities or take over the individual portion of an insurance plan.


The lack of insurance is closely tied to patterns of economic and social inequality. The challenge of expanding financial inclusion involves thinking outside the box, beyond the traditional methods of evaluating a customer based on credit bureau data. This is where alternative credit scoring becomes extremely valuable.

Leveraging alternative credit scoring in the insurance industry


Thinking outside of the box: Alternative data

Although this industry had been selling the same product since its inception centuries ago, many things are changing in the insurance sector worldwide. Online and mobile channels are reducing distribution costs, while data technology is transforming the very nature of risk—the core element of the industry’s business model.  To this, we must add the change in mentality, habits and behaviours of customers and the new ways to capture and analyse valuable information. As a result, insurers are finding in the digital channel a means to streamline their tasks, be more efficient and, ultimately, more profitable.


In this way, it is possible to understand the level of risk and score consumers based on data sources such as everyday bills, like utilities, pay TV, and cell phone services, all of which are already part of people’s regular financial commitments.


At credolab, we use an alternative credit score based on smartphones and web metadata so that insurance companies can safely and accurately assess creditworthiness, converting metadata into credit insights. Insights can be gained from the most unlikely sources: for example, the number of contacts, how much storage is utilised, and the time of day that phone calls are made – these “features” can be entered into models to determine credit scores in a completely anonymous way.


Insurance companies can now calculate real-time credit scores based on evidence, shown in behavioural data from mobiles and web use. This previously untapped data means insurers can make decisions based on the way people behave in the modern world – not just how they look on paper.


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As companhias de seguros usam informações de crédito para determinar se um consumidor é elegível para ser coberto por uma apólice de seguro. Por que uma seguradora se preocuparia com o histórico de crédito? Porque através das informações de crédito, é possível avaliar o risco de perda do seguro do consumidor ou a probabilidade de uma reclamação contra uma apólice de seguro.

 

No setor de seguros, o termo é conhecido como “pontuação de seguro baseada em crédito” e, como qualquer pontuação de crédito tradicional, é baseada em dados de relatórios de crédito, como histórico de pagamentos, valores devidos, duração do histórico de crédito, mix de crédito e novo crédito. Essas categorias de crédito influenciam a pontuação de crédito do seguro e, portanto, quanto maior a pontuação, menor o risco previsto.

 

Com o surgimento de dados alternativos e a necessidade cada vez maior de oferecer apólices de seguro para clientes sem histórico de crédito, muitos provedores de seguros estão agora analisando diferentes metodologias para avaliar o risco. Fontes de dados alternativas podem ajudar as seguradoras a entender melhor seus clientes e tomar melhores decisões sobre preços, termos de cobertura, condições e, mais importante, seus níveis de risco.

 

Além disso, a transformação digital no setor de seguros está permitindo que as seguradoras atendam às demandas dos clientes com maior eficiência. Graças à inteligência artificial, aprendizagem automática e análise preditiva, os clientes estão tendo uma experiência geral melhor: os serviços respondem de forma eficaz, as solicitações são processadas instantaneamente e a elaboração de políticas é feita mais rapidamente. E o melhor de tudo, os clientes agora podem acessar as políticas online sem a necessidade de visitar as agências físicas.

 

As seguradoras estão adotando essas novas tecnologias e fontes alternativas de dados para criar um modelo de transparência entre o cliente e as empresas e melhorar o número de assinaturas de apólices devido a uma avaliação de risco mais precisa.

Seguro inclusivo: ajudando os menos favorecidos

 

O amplo acesso a uma apólice de seguro é um fator chave na avaliação das chances de uma sociedade alcançar a mobilidade social. Para uma família de baixa renda e sem seguro, um evento adverso pode afetar negativamente o desenvolvimento econômico de toda a família, e qualquer chance de progresso pode ser perdida.

 

Como esperado, a lacuna entre o acesso a seguros em mercados emergentes e de alta renda é grande. Em 2018, 3,8 bilhões de clientes em mercados emergentes não foram atendidos por seguradoras tradicionais. Esses invisíveis de crédito compõem um grande lucro potencial para as companhias de seguros. Um estudo realizado em 2015 pela AXA identificou que o mercado global inexplorado de seguros entre as mulheres, um segmento importante entre os menos atendidos, chegaria a US$ 1,7 trilhão em 2030 – dos quais US$ 874 bilhões em valor de prêmio anual viriam de mulheres em mercados emergentes.

Os clientes reconhecem o valor da proteção contra o risco e estão dispostos a comprar esses produtos, mas muitas companhias de seguros ainda dependem apenas da pontuação de crédito tradicional. Por exemplo, a FICO estima que, nos Estados Unidos, aproximadamente 95% das seguradoras de automóveis e 85% das seguradoras de imóveis usam pontuações de seguros com base em crédito. Isso significa que para todos os consumidores que não têm um histórico de crédito forte, há pouca alternativa para obter uma apólice de seguro. Se um requerente não tem histórico de crédito, ou se o histórico não contém informações suficientes para avaliar a solvabilidade, as companhias de seguros são muito menos propensas a estender facilidades de crédito ou assumir a parte individual de um plano de seguro.

A falta de seguro está intimamente ligada a padrões de desigualdade econômica e social. O desafio de expandir a inclusão financeira envolve pensar fora da caixa, além dos métodos tradicionais de avaliação de um cliente com base em dados de birôs de crédito. É aqui que a pontuação de crédito alternativa se torna extremamente valiosa.

Embora esta indústria tenha vendido o mesmo produto desde a sua criação séculos atrás, muitas coisas estão mudando no setor de seguros em todo o mundo. Canais online e móveis estão reduzindo os custos de distribuição, enquanto a tecnologia de dados está transformando a própria natureza do risco – o elemento central do modelo de negócios do setor. A isso, devemos acrescentar a mudança de mentalidade, hábitos e comportamentos dos clientes e as novas formas de captar e analisar informações valiosas. Como resultado, as seguradoras estão encontrando no canal digital um meio de agilizar suas tarefas, serem mais eficientes e, em última instância, mais rentáveis.

Na credolab, usamos um score de crédito alternativo baseado em smartphones e metadados da web para que as companhias de seguros possam avaliar com segurança e precisão a solvabilidade, convertendo metadados em insights de crédito. Insights podem ser obtidos a partir das fontes mais improváveis: por exemplo, o número de contatos, a quantidade de armazenamento utilizada e a hora do dia em que as chamadas são feitas - esses "recursos" podem ser inseridos em modelos para determinar pontuações de crédito de forma completamente anônima.

As companhias de seguros agora podem calcular scores de crédito em tempo real com base em evidências, mostradas em dados comportamentais de celulares e uso da web. Estes dados anteriormente inexplorados significam que as seguradoras podem tomar decisões com base na forma como as pessoas se comportam no mundo moderno - e não apenas como elas são no papel.


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Las compañías de seguros utilizan la información crediticia con el fin de determinar si un consumidor es apto para tener una póliza de seguro o no. ¿Por qué una aseguradora se preocupa por el historial crediticio? Porque a través de esta información, es posible evaluar el riesgo de pérdida del seguro de un consumidor o la probabilidad de que se realice un reclamo contra la póliza de seguro.


Dentro de la industria de seguros, el término se conoce como "calificación del seguro basado en el crédito" y, como cualquier score de crédito tradicional, se basa en datos de informes crediticios como el historial de pagos, los montos adeudados, la extensión del historial crediticio, la combinación de créditos y nuevo crédito. Estas categorías de crédito influyen en el score crediticio del seguro y, por lo tanto, cuanto mayor sea el puntaje, menor será el riesgo previsto.


Con el auge de los datos alternativos y la necesidad cada vez mayor de ofrecer pólizas de seguro para dar crédito a los invisibles, muchos proveedores de seguros ahora están buscando diferentes metodologías para evaluar el riesgo. Las fuentes de datos alternativas pueden ayudar a las aseguradoras a comprender mejor a sus clientes y a tomar mejores decisiones sobre precios, términos de cobertura, condiciones y, lo que es más importante, sus niveles de riesgo.  


Asimismo, la transformación digital dentro del sector está permitiendo a las aseguradoras satisfacer las demandas de los clientes con mayor eficiencia. Gracias a la inteligencia artificial, el aprendizaje automático y el análisis predictivo, los clientes tienen una mejor experiencia: los servicios responden de manera efectiva, los reclamos se procesan al instante y la redacción de pólizas se realiza de forma más rápida. Lo mejor de todo es que los clientes ahora pueden acceder a las pólizas en línea, sin necesidad de visitar sucursales físicas.


Las aseguradoras están adoptando estas nuevas tecnologías y fuentes de datos alternativas para crear un modelo de transparencia entre el cliente y las empresas, y mejorar el número de suscripciones gracias a una evaluación de riesgos más precisa.


Seguro inclusivo: ayudar a los desatendidos 


Un amplio acceso a una póliza de seguro es un factor clave al evaluar las posibilidades de una sociedad para lograr la inclusión social. Para una familia de bajos recursos y sin seguro, un evento adverso puede afectar negativamente el desarrollo económico de todo el hogar, y se pueden perder todas las posibilidades de progreso.


Como es de esperar, la brecha del acceso a seguros es muy amplia entre los mercados emergentes y los de altos ingresos. En 2018, 3,800 millones de clientes en mercados emergentes fueron desatendidos por proveedores de seguros tradicionales. Esta población “invisible al crédito” constituye una gran ganancia potencial para las compañías de seguros. Un estudio realizado en 2015 por AXA identificó el tamaño del mercado de seguros de  las mujeres, un segmento importante dentro de los desatendidos, del valor de hasta $1.7 billones para 2030 -  de los cuales $874 mil millones en valor de prima anual provendrían de mujeres en mercados emergentes.


Los clientes reconocen el valor de asegurarse contra el riesgo y están dispuestos a comprar estos productos, pero muchas compañías de seguros aún confían sólo en la calificación crediticia tradicional. Por ejemplo, FICO estima que en los Estados Unidos, en aquellos estados donde la clasificación de riesgo o suscripción están legalmente permitidos, aproximadamente el 95% de las aseguradoras de automóviles y el 85% de las aseguradoras de viviendas usan puntajes de seguros basados solo ​​en el crédito. Esto significa que para todos aquellos consumidores que no tienen un historial crediticio sólido, hay pocas alternativas para obtener una póliza de seguro. Si un solicitante no tiene historial de crédito, o si el historial contiene información insuficiente para evaluar la solvencia, es mucho menos probable que las compañías de seguros extiendan las facilidades de crédito o se hagan cargo de la parte individual de un plan de seguro.


La falta de seguros está estrechamente ligada a patrones de desigualdad económica y social. El desafío de expandir la inclusión financiera implica pensar fuera de los parámetros tradicionales, más allá de la evaluación de los clientes basados ​​en datos del bureau de crédito. Aquí es donde el score crediticio alternativo se vuelve extremadamente valiosa.


Pensando fuera de la caja: datos alternativos


Aunque la industria de seguros ha vendido el mismo producto desde sus inicios, muchas cosas están cambiando en el sector. La digitalización está reduciendo los costos de distribución, y la tecnología de datos está transformando la naturaleza del riesgo -el elemento central del modelo comercial de la industria-. A esto, sumamos el cambio de mentalidad, los hábitos y comportamientos de los clientes, y las nuevas formas de captar y analizar información de valor. Como resultado, las aseguradoras están encontrando en el canal digital un medio para agilizar sus tareas, ser más eficientes y, en definitiva, más rentables.


La incorporación más reciente al sector de seguros es la inclusión de fuentes de datos no tradicionales que ofrecen información altamente predictiva sobre el comportamiento del consumidor, es decir, cómo manejarán las futuras obligaciones financieras y los riesgos de seguros. De esta forma, es posible comprender el nivel de riesgo y calificar a los consumidores con base en las fuentes de datos como las facturas diarias, servicios públicos, televisión y servicios de telefonía móvil, que ya forman parte de los compromisos financieros regulares de las personas.


En credolab, utilizamos un score crediticio alternativo basado en metadatos de teléfonos móviles y web para que las compañías de seguros puedan evaluar de manera segura y precisa la solvencia, convirtiendo estos datos en información crediticia. Se pueden obtener conocimientos de las fuentes más improbables: por ejemplo, la cantidad de contactos, la cantidad de almacenamiento que se utiliza y la hora del día en que se realizan las llamadas telefónicas; estas "características" se pueden ingresar en modelos para determinar las score de crédito de un forma completamente anónima.


Las compañías de seguros ahora pueden calcular scores de crédito en tiempo real en función de la evidencia que se muestra en los datos de comportamiento de los teléfonos móviles y el uso de la web. Estos datos, sin explotar anteriormente, significan que las aseguradoras pueden tomar decisiones basadas en la forma en que las personas se comportan en el mundo moderno, no sólo en cómo se ven en el papel.


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