Crypto in Nigeria, a strong alternative to an unstable economy

Crypto na Nigéria, uma forte alternativa para uma economia instável

Cripto en Nigeria, la alternativa a una economía inestable

21/4/2022

Learn how crypto lending is a promising alternative for Nigerians who suffer from high levels of unemployment, black markets and the big volatility in the oil prices.

Saiba como o empréstimo de criptomoedas é uma alternativa promissora para os nigerianos que sofrem com altos níveis de desemprego, mercados negros e a grande volatilidade nos preços do petróleo.

Aprenda cómo los cripto préstamos son una alternativa prometedora para los nigerianos que sufren altos niveles de desempleo y una gran volatilidad económica.

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Since the 2020 Pandemic, the cryptocurrency market has continued growing and attracting millions of investors and dollars in capitalisation while gaining a place in emerging markets.   A recent survey revealed that 75% of investors in Asia-Pacific and Latin American countries are looking to increase their exposure to cryptocurrency investments.  This is not surprising given that 32% of consumers trust cryptocurrency in emerging markets while only 14% do in developed economies.

The expected bright future for crypto results is from the socioeconomic context in these emerging markets. In regions such as Africa or Latin America, cryptocurrency is considered a strong alternative to unstable currencies (inflation, instability, price drops). In fact, in 2021, Argentina and Nigeria reached record figures in investment in cryptocurrencies resulting from the volatility brought about by COVID-19 and politics. 

In the case of Nigeria, peak investments in digital currencies are an aftermath of the population’s need to feel protected from high levels of unemployment, black markets and the big volatility in the oil prices.  Today 32% of Nigerians use cryptocurrencies, the largest proportion for any country in the world.  This crypto boom took place despite the government ban in February 2021 announcing that banks should not involve in the crypto trade, alleging it was used as a tool to facilitate illegal deals.  The fact is that the ban had little to no effect on cryptocurrency usage, and crypto users have found new ways to buy and continue their crypto trades.

At the same time, in October of the same year, a state digital currency was created to promote financial inclusion: the eNaira.  This way, Nigeria became the first African country to introduce a digital currency,  The eNaira enables peer-to-peer payments, cutting out the use of intermediaries, such as financial institutions and allowing cross-border payments faster and cheaper.  Although the eNaira is built on blockchain technology, it is not a cryptocurrency since it is backed by the authority of the Nigerian government.  Still, the introduction of this currency shows the urge of these emerging markets to find a solution to the ever-present dilemma of financial exclusion with an alternative means of payment, easy to use, less costly and safe.

Crypto Lending in Nigeria

Crypto lending is a promising alternative for Africans with unstable economies excluded from traditional finance or for those seeking immediate funding. Today there are 36% of unbanked Nigerians with an opportunity for inclusion.   Unlike traditional credits, decentralised finance (DeFi) - the new, internet-native financial system using blockchains to replace traditional intermediaries - brings more transparency and a healthier financial system.  DeFi can be a powerful tool to enhance financial inclusion, offering an alternative for people to access financial tools, regardless of their credit history.

Several Nigerian fintechs have begun to invest in crypto lending with democratisation and inclusion in mind.  Bekonta is a Nigerian company that aims to bring opportunities to the most vulnerable by helping them gain control of their finances through blockchain. Through its platform, you can buy cryptocurrencies, invest them or request loans without the need for mediators as guarantors or credit history.

Koinwa is another platform built to provide financial services to the unbanked African population. This app enables a cross border peer to peer crypto trading, with a unique offering of providing crypto micro-loans with a credit score system.

Companies related to Agri fintech, such as MELD and Tengo Mobile, seek to provide greater opportunities for the region. Both aim to democratise and reduce the social exclusion gap by creating low-interest microcredit and highly efficient decentralised finance loans. The partnership of these two companies seeks to explore DeFi solutions that complement the eNaira currency.

Cryptocurrency lending platforms are here to stay, and they still have a long way to go as they are far from reaching their potential market.  According to SourceForge, there are currently 191 firms engaged in crypto-based lending that African citizens and enterprises can access.

How can credolab help crypto lending?

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The crypto economy is leading toward developing an alternative financial and technological infrastructure.  Read more about how cryptocurrency is one of the most well-known use cases for financial inclusion.

Desde a Pandemia de 2020, o mercado de criptomoedas continuou crescendo e atraindo milhões de investidores e dólares em capitalização, ganhando espaço nos mercados emergentes. Uma pesquisa recente revelou que 75% dos investidores nos países da Ásia-Pacífico e da América Latina estão procurando aumentar sua exposição aos investimentos em criptomoedas. Isso não é surpreendente, dado que 32% dos consumidores confiam em criptomoedas em mercados emergentes, enquanto apenas 14% confiam em economias desenvolvidas.

 

O futuro brilhante esperado para os resultados de criptoativos tem a ver com o contexto socioeconômico desses mercados emergentes. Em regiões como África ou América Latina, a criptomoeda é considerada uma forte alternativa para as moedas instáveis por causa da inflação, instabilidade, queda de preços, entre outros. De fato, em 2021, Argentina e Nigéria atingiram números muito altíssimos de investimento em criptomoedas resultantes da volatilidade trazida pelo COVID-19 e pela política.

 

No caso da Nigéria, a quantidade de investimentos em moedas digitais é conseqüência da necessidade da população de se sentir protegida dos altos níveis de desemprego, do mercado negro e da grande volatilidade dos preços do petróleo. Hoje, 32% dos nigerianos usam criptomoedas, a maior proporção de qualquer país do mundo. Esse boom de criptoativos ocorreu apesar da proibição do governo em fevereiro de 2021, anunciando que os bancos não deveriam se envolver no comércio de criptomoedas, alegando que foi usado como uma ferramenta para facilitar negócios ilegais. O fato é que a proibição teve pouco ou nenhum efeito no uso de criptomoedas, e os usuários de criptoativos encontraram novas maneiras de comprar e continuar suas negociações de criptomoedas.

 

Paralelamente, em outubro do mesmo ano, foi criada uma moeda digital estatal para promover a inclusão financeira: a eNaira. Desta forma, a Nigéria tornou-se o primeiro país africano a introduzir uma moeda digital. A eNaira permite pagamentos peer-to-peer entre países, eliminando o uso de intermediários, como instituições financeiras e permitindo pagamentos mais rápidos e econômicos. Embora a eNaira seja construída na tecnologia blockchain, não é uma criptomoeda, pois é apoiada pela autoridade do governo nigeriano. Ainda assim, a introdução desta moeda mostra a urgência destes mercados emergentes em encontrar uma solução para o sempre presente dilema da exclusão financeira com um meio de pagamento alternativo, fácil de usar, menos oneroso e seguro.

 

Empréstimo de criptomoedas na Nigéria

 

O empréstimo de criptomoedas é uma alternativa promissora para africanos com economias instáveis ​​excluídas das finanças tradicionais ou para aqueles que buscam financiamento imediato. Hoje, 36% dos nigerianos que estão fora do sistema bancário têm oportunidade de inclusão. Ao contrário dos créditos tradicionais, as finanças descentralizadas (DeFi) - o novo sistema financeiro nativo da Internet que usa blockchains para substituir os intermediários tradicionais - traz mais transparência e um sistema financeiro mais saudável. O DeFi pode ser uma poderosa ferramenta para potencializar a inclusão financeira, oferecendo uma alternativa para as pessoas acessarem ferramentas financeiras, independentemente de seu histórico de crédito.

Várias fintechs nigerianas começaram a investir em empréstimos de criptoativos com democratização e inclusão em mente. A Bekonta é uma empresa nigeriana que visa trazer oportunidades para os mais vulneráveis, ajudando-os a obter o controle de suas finanças por meio de blockchain. Através de sua plataforma, você pode comprar criptomoedas, investi-las ou solicitar empréstimos sem a necessidade de mediadores como fiadores ou histórico de crédito.

 

A Koinwa é outra plataforma construída para fornecer serviços financeiros para a população africana fora do sistema bancário. Este aplicativo permite uma negociação de criptoativos peer to peer entre os países, com uma oferta exclusiva de fornecer microempréstimos de criptoativos com um sistema de pontuação de crédito.

 

Empresas ligadas à Agri fintech, como MELD e Tengo Mobile, procuram oferecer maiores oportunidades para a região. Ambos visam democratizar e reduzir a exclusão social através da criação de micro créditos a juros baixos e empréstimos financeiros descentralizados altamente eficientes. O objetivo da parceria dessas duas empresas é explorar soluções DeFi que complementem a moeda eNaira.

 

As plataformas de empréstimo de criptomoedas estão aqui para ficar e ainda têm um longo caminho a percorrer, pois estão longe de alcançar seu mercado potencial. De acordo com o SourceForge, atualmente existem 191 empresas envolvidas em empréstimos baseados em criptomoedas que cidadãos e empresas africanas podem acessar.

 

Como a credolab pode ajudar no empréstimo de criptomoedas?

 

Os credores de criptomoedas que procuram transações mais rápidas e justas em meio a um cenário regulatório em rápida mudança precisam de parceiros que possam ajudá-los com novas maneiras de pontuar os mutuários. A Credolab é a especialista no domínio da compreensão de pegadas digitais e o único fornecedor que pode dar insights que geram resultados sem comprometer a privacidade dos usuários ou a reputação dos credores, ao mesmo tempo em que fornece insights úteis para aumentar o valor dos dados do cliente.

 

A economia de criptoativos está levando ao desenvolvimento de uma infraestrutura financeira e tecnológica alternativa. Leia mais sobre como a criptomoeda é um dos casos de uso mais conhecidos para inclusão financeira.

A partir de la pandemia del 2020, el mercado de criptomonedas creció de manera exponencial, atrayendo a millones de inversores y dólares en capitalización, y ganando un lugar en los mercados emergentes. Una encuesta reciente reveló que el 75% de los inversores en los países de Asia-Pacífico y América Latina buscan aumentar su exposición a las inversiones en criptomonedas. Esto no es una sorpresa dado que el 32% de los consumidores en mercados emergentes confía en las criptomonedas, mientras que en las economías desarrolladas sólo lo hace el 14%.

Se espera un gran futuro para las criptomonedas dado el contexto socioeconómico en estos mercados emergentes. En regiones como África o América Latina, la criptomoneda se considera una fuerte alternativa a las monedas inestables (inflación, inestabilidad, caídas de precios). De hecho, en 2021, Argentina y Nigeria alcanzaron cifras récord de inversión en criptomonedas, producto de la volatilidad provocada por el COVID-19 y la política. 

En el caso de Nigeria, los picos de inversión en monedas digitales son consecuencia de la necesidad de la población de sentirse protegida ante los altos niveles de desempleo, los mercados negros y la gran volatilidad en los precios del petróleo. Hoy, el 32% de los nigerianos usa criptomonedas, la mayor proporción para cualquier país del mundo. Este auge de las criptomonedas tuvo lugar a pesar de la prohibición del gobierno. En febrero de 2021 el gobierno anunció que los bancos no deberían involucrarse en el comercio de criptomonedas, alegando que se usaba como una herramienta para facilitar transacciones ilegales. Esta prohibición tuvo poco o ningún efecto en el uso de criptomonedas, ya que los usuarios de criptomonedas han encontrado nuevas formas de comprar y continuar con sus intercambios.

Al mismo tiempo, en octubre del mismo año se creó una moneda digital estatal para promover la inclusión financiera: la eNaira. De esta manera, Nigeria se convirtió en el primer país africano en introducir una moneda digital. La eNaira permite pagos entre pares, eliminando el uso de intermediarios, como instituciones financieras, y permitiendo pagos internacionales más rápidos y económicos. Aunque eNaira se basa en la tecnología blockchain, no es una criptomoneda ya que está respaldada por la autoridad del gobierno de Nigeria. 

La introducción de esta moneda refleja la urgencia de los mercados emergentes por encontrar una solución al dilema de la exclusión financiera mediante un medio de pago alternativo, fácil de usar, menos costoso y seguro.

Cripto Préstamos en Nigeria

Los cripto préstamos son una alternativa prometedora para los africanos con economías inestables, excluidos de las finanzas tradicionales o para aquellos que buscan financiación inmediata. Hoy hay un 36% de nigerianos no bancarizados con una oportunidad de inclusión.  A diferencia de los créditos tradicionales, las finanzas descentralizadas (DeFi) -el nuevo sistema financiero que utiliza cadenas de bloques para reemplazar a los intermediarios tradicionales-, brindan más transparencia y un sistema financiero más saludable. DeFi puede ser una herramienta poderosa para mejorar la inclusión financiera, ofreciendo una alternativa para que las personas accedan a herramientas financieras, independientemente de su historial crediticio.

Varias fintechs nigerianas han comenzado a invertir en cripto préstamos teniendo en cuenta la democratización y la inclusión. Bekonta es una empresa nigeriana que tiene como objetivo brindar oportunidades a los más vulnerables, ayudándolos a obtener el control de sus finanzas a través de blockchain. Mediante su plataforma se pueden comprar criptomonedas, invertirlas o solicitar préstamos sin necesidad de mediadores como avales o historial crediticio.

Koinwa es otra plataforma creada para brindar servicios financieros a la población africana no bancarizada. Esta aplicación permite el comercio internacional de criptomonedas de igual a igual, con una oferta única de proporcionar micropréstamos de criptomonedas con un sistema de calificación crediticia.

Empresas relacionadas con Agri fintech, como MELD y Tengo Mobile, buscan brindar mayores oportunidades para la región. Ambos tienen como objetivo democratizar y reducir la brecha de exclusión social mediante la creación de microcréditos a bajo interés y préstamos financieros descentralizados altamente eficientes. La asociación de estas dos empresas busca explorar soluciones DeFi que complementen la moneda eNaira.

Las plataformas de préstamo de criptomonedas llegaron para quedarse, y todavía tienen un largo camino por recorrer, ya que están lejos de alcanzar su mercado potencial. Según SourceForge, actualmente hay 191 empresas dedicadas a cripto préstamos a los que pueden acceder los ciudadanos y las empresas africanas.

¿Cómo puede credolab ayudar a los cripto préstamos?

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La economía cripto está siguiendo el desarrollo de una infraestructura financiera y tecnológica alternativa.  Lea más sobre cómo la criptomoneda es uno de los casos de uso más conocidos para la inclusión financiera.